domingo, 8 de março de 2015

Operação da Marinha fiscalizou 748 embarcações na Amazônia

A Marinha do Brasil realizou a segunda operação “Amazônia Azul” e fiscalizou um total de 748 embarcações. Deste total, 116 foram notificadas, 47 apreendidas e quatro retidas por apresentarem risco à navegação.

A operação teve como principal objetivo combater atos ilícitos nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB). Participam da ação aproximadamente 15 mil militares, 200 embarcações das capitanias dos Portos, 50 navios e 10 helicópteros Esquilo.

De acordo com o Vice-Almirante da Marinha do Brasil, Domingos Sávio, as  principais irregularidades encontradas foram ausência de habilitação para conduzir a embarcação, além da documentação vencida.

Os dados do balanço parcial foram divulgados na tarde de quarta-feira (04/02/2015), no Comando do 9° Distrito Naval, localizado na rua Bernardo Ramos, Ilha de São Vicente, Centro de Manaus.

Para o coordenador da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Noel Santos, os trabalhos durante ação mostraram à sociedade que fiscalizações são importantes para coibir e inibir irregularidades. Com essa operação, embarcações foram apreendidas transportando gasolina adulterada. “As embarcações e produtos apreendidos são notificados pelo processo administrativo. O proprietário tem um prazo para apresentar a documentação regularizada e o material é encaminhado para análise da Polícia Civil para apurar a origem do combustível adulterado”.

Além disso, a operação teve apoio das polícias Civil e Militar, Agência Nacional de Transportes A quaviários (ANTAQ), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO), Receita Federal, Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), Delegacia Fluvial (Deflu), Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) e Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Fonte: http://portosenavios.com.br/portos-e-logistica/28409-marinha-notifica-116-embarcacoes-e-apreende-47-na-amazonia-ocidental acessado em 08/03/2015.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Hernan Chaimovich é o novo presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)

O bioquímico Hernan Chaimovich é o novo presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), cuja nomeação foi publicada nesta terça-feira (10/02/2015) no Diário Oficial da União.

Hernan Chaimovich graduou-se na Universidad de Chile em 1962. Fez o doutorado em Ciências Biológicas (Bioquímica) na Universidade de São Paulo (USP), concluído em 1979. Suas pesquisas na área de Bioquímica concentram-se em físico-química orgânica, estudando sistemas biomiméticos, em particular estrutura de micelas e vesículas, catalise micelar e enzimática.

Ele vem atuando na política científica nacional e internacional com pesquisas, publicações, participações em conselhos e ocupando posições executivas. Em sua carreira, foi professor titular do Instituto de Química da USP, chefe do Departamento de Bioquímica do Instituto de Química da USP, pró-Reitor de Pesquisa da USP e diretor do IQUSP.

Foi presidente da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular (SBBq), vice-presidente do International Council for Science, presidente da InterAmerican Network of Academies of Science (IANAS) e membro do Conselho Editorial de Ciência e Cultura,publicação daSBPC, Estudos Avançados (IEA-USP) e do Electronic Journal of Biotechnology, além de ter formados diversos mestres e doutores.

Para asssumir a presidencia do CNPq, deixa a coordenação do programa Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) da Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo (Fapesp) e a vice-presidência da Academia Brasileira de Ciências (ABC).

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Corrupção sistêmica leva à saída de Graça Foster da Presidência da PETROBRAS

Embora a maior parte dos problemas de corrupção da PETROBRAS tenham sido arquitetados por decisões feitas antes da chegada de Graça Foster à presidência da empresa, esta e sua principal diretoria acabaram perdendo as condições políticas para se manter na gestão da empresa.

A saída da diretoria se deve principalmente às investigações da Operação Lava Jato e à dificuldade da atual gestão de identificar e quantificar os prejuízos com fraudes em dezenas (ou talvez centenas) de  contratos.

A corrupção no Brasil vai além da política e está fortemente instalada nas relações da atual sociedade brasileira. Os prejuízos são de toda a população. 


A corrupção brasileira se encontra presente nas empresas públicas e privadas. 
Está na cultura de levar vantagem em tudo, da qual grande parte dos políticos e da população se habituou. É uma questão sociológica, cujo paradigma de mudança deverá ter como base a construção de uma cidadania nacional.

A corrupção é sistêmica. É uma questão social.


Prof. Dr. Antônio Jorge de Lima Gomes

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Brasil tem projeto para aumentar de 200 para 350 milhas seu território marítimo

O governo brasileiro vai apresentar à Organização das Nações Unidas (ONU) no decorrer de 2015, um projeto, que poderá expandir o território marítimo nacional para além da faixa de 200 milhas náuticas, para um novo limite de 350 milhas náuticas.

O Brasil, atualmente, possui direitos exclusivos de exploração dos recursos marinhos, incluindo as jazidas de petróleo do pré-sal, apenas até o limite de 200 milhas.

Com o novo projeto, a ser apresentado à ONU, os direitos brasileiros poderão se estender por toda a plataforma continental geográfica, até um limite de 350 milhas náuticas. A proposta acrescentaria ao país uma nova área oceânica de 963 mil quilômetros quadrados, maior que o território da Venezuela.

Pesquisadores brasileiros acabam de concluir o primeiro de três relatórios que detalham os extensos e complexos estudos científicos – exigidos pela ONU para a análise da proposta –, sobre a configuração geológica da plataforma continental.

Fonte: http://portosenavios.com.br/navegacao-e-marinha/27821-brasil-propoe-ampliar-mar-territorial?utm_source=newsletter_7457&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y acessado em 20/01/2015.

domingo, 18 de janeiro de 2015

Imprensa Bandida não cria cidadãos: cria bandidos

No Brasil temos em torno de 16 milhões de pessoas vivendo na miséria absoluta, sem comida, sem casa, sem apoio social, totalmente à míngua e muitas da nossas redes de rádio e televisão fingem que não temos esta realidade.
Temos problemas sérios na saúde, educação, transporte de massa e a terceira idade protegida apenas por algumas leis com aposentadorias irrisórias.
No decorrer desta semana a maioria da nossa imprensa, divulgou que um traficante brasileiro ia ser fuzilado na Indonésia por tráfico internacional e que isto era um ato extremo contra um cidadão brasileiro, implorando que a nossa Presidente Dilma toma-se as medidas cabíveis, pois assassinar traficantes é um absurdo (segundo parte da nossa imprensa Brasileira).
Parecia um comoção nacional engendrada pela nossa imprensa, e tentaram fingir de tal forma apelativa, para que a população se indigna-se e se movimenta-se com pena da execução de um traficante.
Para os desavisados parece até que não temos traficantes no Brasil.
O que envergonha internacionalmente o país, não são os verdadeiros bandidos, mas os bandidos da falsa ideologia. Ou talvez a falta de cidadania.
A impressão final é bem clara. A imprensa que defende bandidos fora do tribunal é mais bandida que os traficantes.
Vai ser difícil este país crescer se os bandidos saem das ruas e vão para as redações da mídia em geral. Assim: imprensa bandida: cria bandidos.


Fontes:
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/01/brasileiro-marco-archer-e-executado-na-indonesia-diz-tv.html acessado em 18/01/2015.
http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/vasto-mundo/brasileiro-condenado-na-indonesia-por-trafico-sera-fuzilado-neste-sabado/ acessado em 17/01/2015.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

PETROBRAS contrata fornecedores estrangeiros para substituir empresas citadas na Operação Lava-Jato

A PETROBRAS não informa quais companhias foram convidadas, mas a concorrência se destina a empresas estrangeiras para substituir os 23 grupos empresariais citados nas investigações da Operação Lava-Jato e que estão afastados temporariamente das suas licitações por força do bloqueio cautelar imposto pela estatal.

A PETROBRAS Informou que abriu licitação para recontratar os serviços de construção dos módulos de compressão de gás antes contratados da Iesa Óleo e Gás.

Os equipamentos vão compor as plataformas P-66, P-67, P-68, P-69, P-70 e P-71 e devem começar a operar entre 2016 e 2018, em Lula e Iara, no pré-sal da Bacia de Santos.

O contrato com a Iesa foi rescindido pela Petrobras em novembro. Pelo acordo original, de US$ 720 milhões, a Iesa, do grupo Inepar e que está em recuperação judicial, se comprometeu a construir 24 módulos de compressão de gás para seis plataformas flutuantes do pré-sal. A companhia, contudo, não conseguiu cumprir os compromissos assumidos. 

Fonte: http://portosenavios.com.br/industria-naval-e-offshore/27736-petrobras-comeca-a-chamar-fornecedores-estrangeiros?utm_source=newsletter_7451&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y acessado em 13/01/2015.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Balões vão levar internet a áreas afastadas sem conexão e também fazer pesquisas científicas

Google acertou parceria com o Centro Nacional de Estudos Espaciais da França (CNES) para turbinar o Projeto Loon, que usa balões para levar internet a áreas afastadas e sem conexão.
“O Google vai trabalhar com a CNES para conectar 4 bilhões de pessoas com balões lançados na atmosfera”, informou o centro espacial francês no dia 11/12/14.
A entidade francesa já trabalha com o uso de balões para fornecer conexão à internet. Tem o maior programa desse tipo depois da Agência Espacial Americana (Nasa). O centro conduz estudos desse tipo há 50 anos e reúne 60 cientistas dedicados a área.
O CNES colocar à disposição do Google seus equipamentos de pesquisa, além de conduzir a análise dos voos de teste dos balões. A companhia de internet norte-americana, por sua vez, irá ajudar o centro a estudar o buraco da camada de ozônio na Antártida.
“Os balões desenvolvidos em conjunto serão utilizados, com a ajuda do Google, para alcançar novas campanhas científicas em voos estratosféricos para estudar a atmosfera”, comunicou o CNES.

Imagem do Balão (fonte: G1)

O Google informou que alguns dos balões ficam mais tempo no ar do que o esperado. Chegam a flutuar por mais de cem dias.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2014/12/google-e-centro-espacial-frances-atuam-juntos-em-internet-baloes.html acessado em 03/01/2015.

Um país se fortalece com educação e livros

  No dia 10 de junho se comemora o Dia de Camões. Esta data foi instituída no ano de 1880 em Portugal pelo Rei D. Luís I, vinte anos antes d...