domingo, 21 de dezembro de 2014

FAPEMIG tem novo Presidente

O novo presidente da Fapemig é o professor Evaldo Vilela, que foi indicado pelo Conselho Curador da Fundação em uma lista tríplice e escolhido para um mandato de três anos pelo Governador de Minas Gerais Alberto Pinto Coelho, o qual destacou os avanços da Fapemig nos últimos doze anos e a importância do trabalho para qualificar o cidadão mineiro, como forma de atrair novos investimentos para o Estado.

O professor Evaldo Vilela ocupava a Diretoria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fapemig e foi secretário-adjunto de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (2007 – 2014).

O professor Evaldo Vilela é formado em Agronomia pela Universidade Federal de Viçosa, mestre pela Universidade de São Paulo (USP) e PhD pela Universidade de Southampton (Inglaterra). Realizou pós-doutoramentos nos Estados Unidos e no Japão.

O novo presidente da Fapemig Evaldo substitui Mário Neto Borges, que foi presidente por dois mandatos consecutivos, ressaltou a atenção dada pelos últimos governos ao setor de ciência, tecnologia e inovação. “Quando assumi a Fapemig, em 2004, praticamente só atendíamos instituições federais com poucas bolsas. Hoje, atendemos toda e qualquer instituição que trabalhe com ciência, tecnologia e inovação, seja pública ou privada. Conseguimos tornar a Fapemig uma instituição de credibilidade, pois fizemos o melhor e o possível para que Minas tivesse a melhor ciência, tecnologia e inovação do Brasil. Saio com o dever cumprido”.

A solenidade ocorreu no dia 15/122014 e também participaram os secretários de Estado Vicente Gamarano (Ciência, Tecnologia e Ensino Superior), Danilo de Castro (Governo), Ana Lúcia Gazzola (Educação), Rogério Nery (Desenvolvimento Econômico), Eduardo Bernis (Trabalho e Emprego), o diretor-presidente do Escritório de Prioridades Estratégicas, André Barrence, e reitores de universidades públicas e privadas de todo o Estado.

Fonte: http://www.fapemig.br/governador-alberto-pinto-coelho-nomeia-novo-presidente-da-fapemig/ acessado em 21/12/2014.

Aprovada dragagem para o Complexo Portuário do Rio de Janeiro

Esta dragagem a ser realizada no complexo portuário do Rio de Janeiro faz parte da segunda fase do PND - Plano Nacional de Dragagem, instituído pelo novo marco regulatório do setor.

O vencedor final da licitação foi o consórcio formado pelas companhias Van Oord e Boskalis com uma proposta no valor de R$ 210 milhões.

A segunda fase do PND foi lançada no ano de 2012 pela Presidenta Dilma Rousseff e faz parte do Programa de Investimento em Logística – PIL-Portos.

A Secretaria de Portos sancionou a assinatura de contrato para a execução das obras de dragagem no Complexo Portuário do Rio de Janeiro.

Inicialmente, o consórcio havia se classificado em segundo lugar na licitação. Em outubro, passou à condição de arrematante após a empresa vencedora, a Bandeirante, ter sido inabilitada por falhar em atender a exigências do edital.

Fonte: http://portosenavios.com.br/portos-e-logistica/27510-governo-assina-contrato-de-dragagem-no-porto-do-rio-de-janeiro?utm_source=newsletter_7437&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y acessado em 21/12/2014.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Bacia de Pelotas terá levantamento Sísmico e Ambiental

A Bacia de Pelotas compreende aproximadamente 210 mil quilômetros quadrados e se estende do Sul de Santa Catarina até a fronteira com o Uruguai, abrangendo toda a costa do Rio Grande do Sul, estando concentrada, em sua maior parte, no mar.
A Bacia de Pelotas será foco de um levantamento sísmico e ambiental a ser desenvolvido pela Spectrum (grupo com sede na Noruega, mas com atuação global) e Universidade Federal do Rio Grande (Furg).
Em 2013 a Spectrum havia avaliado a Bacia de Pelotas, no que chamou de fase 1 e com os dados obtidos possibilitou à ANP fazer a valorização de blocos da área, ou seja, a agência fez uma avaliação do potencial de petróleo na região.
Agora, o objetivo é começar a segunda etapa com o detalhamento dos dados. Para o trabalho será utilizado um navio-sísmico, que colherá dados 2D. Futuramente, um desdobramento da iniciativa contemplaria um serviço 3D.
O gerente-geral da Spectrum no Brasil, João Carlos Corrêa, detalha que para os trabalhos iniciarem é necessária a emissão do licenciamento por parte do Ibama, o que o executivo espera que ocorra em meados de janeiro.
Não há um prazo definido quanto à duração do estudo, porém a meta é que a iniciativa seja realizada antes da próxima licitação de exploração de áreas de petróleo que será promovida pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Apesar da expectativa inicial de que a rodada fosse feita no em junho de 2015, com os reflexos da operação Lava Jato e a turbulência política gerada, Côrrea acredita que a concorrência acontecerá mais adiante.
A Bacia de Pelotas não participa de licitações desde 2005. Contudo, a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, anunciou em setembro que a bacia deverá ser incluída na próxima licitação. O integrante da AGDI admite que a operação Lava a Jato deve impactar os leilões promovidos pela agência. O dirigente não descarta a possibilidade de que a Petrobras participe dos certames da ANP, porém com um fôlego menor devido à investigação. Nóbrega torce para que o cenário atual não adie a licitação e argumenta que a estatal, se encontrar dificuldades em participar sozinha da disputa, poderá adorar a tática das parcerias.
Fonte:http://portosenavios.com.br/industria-naval-e-offshore/27258-bacia-de-pelotas-tera-estudo-sismico-e-ambiental?utm_source=newsletter_7424&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y acessado em 05/12/2014.

sábado, 29 de novembro de 2014

Primeira Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) começa a funcionar

Está sendo implantada no Brasil a Rede Sismográfica Brasileira (RSBR). Já foi concluída a primeira etapa para operação e a transmissão de dados em tempo real de um total de 80 estações sismográficas distribuídas em vários Estados e em rede nacional.
O objetivo da RSBR é monitorar a sismicidade do território nacional e gerar informações que suportem a investigação da estrutura interna da terra através da implantação e manutenção de estações sismográficas permanentes.
A RSBR foi concebida no âmbito da Rede de Estudos Geotectônicos Petrobras-Universidades e sua implantação foi financiada com recursos provenientes da Cláusula de Investimento em Pesquisa e Desenvolvimento dos contratos de concessão, nos termos do Regulamento Técnico ANP 05/2005. Abaixo o mapa com a localização das 80 estações sismográficas.

Mapa com as estações (fonte: geofisicabrasil.com)

Fazem parte da RSBR, a Rede Sismográfica do Nordeste do Brasil (RSISNE), mantida pela UFRN; a Rede Sismográfica Integrada do Brasil (BRASIS), coordenada pela USP; e a Rede Sismográfica do Centro e Norte do Brasil (RSCN), sob a responsabilidade da UnB.
Para concentrar os dados produzidos pelas estações sismológicas da Rede Sismológica Brasileira, foi criado o Portal da RSBR,  que foi desenvolvido e é gerenciado pelo Observatório Nacional (ON).
O ON mantém a Rede Sismográfica do Sul e do Sudeste (RSIS), um dos projetos da RSBR. Com investimentos de mais de R$ 6 milhões da Petrobras, a RSIS tinha como objetivo inicial montar 12 estações nas regiões Sul e Sudeste, que concentram a maior parte da população, com sismógrafos, GPS de alta precisão e gravímetros dinâmicos.
Hoje a RSIS tem 17 estações em operação, incluindo a recém-montada na Ilha da Trindade, situada a 1.200 km a leste do litoral do Espírito Santo. Ela possui um posto oceanográfico que é o local habitado mais remoto do Brasil, a 1.025 km do Arquipélago de Abrolhos, onde a Marinha mantém outra guarnição, na Ilha de Santa Bárbara.
A implantação da RSBR até agora foi financiada pela Petrobras. Segundo Sergio Fontes (Observatório Nacional), os recursos para a implantação da RSIS se esgotaram e ainda não há uma fonte definida para a próxima fase, que prevê a manutenção das estações existentes e a ampliação da rede. Há possibilidade de o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), ao qual o ON é vinculado, incluir no orçamento verba para a RSIS. Foram feitos contatos preliminares também com o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) que mostrou interesse em apoiar os estudos e a manutenção da rede brasileira.
Fonte: http://geofisicabrasil.com/noticias/178-sismologia/6725-servico-sismologico-nacional-entra-em-operacao.html acessado em 29/11/2014.

domingo, 2 de novembro de 2014

Sete empresas brasileiras de aviação estão com prejuízo pelo terceiro ano consecutivo

Sete empresas brasileiras de aviação estão fechando com prejuízo pelo terceiro ano consecutivo. As únicas companhias que tiveram lucro foram a Azul e a Total.
As companhias aéreas sofreram com alta do dólar e do preço do combustível nos últimos anos. Cerca de 60% dos custos são atrelados ao dólar, mas a maior parte da receita é em real.
O dólar saltou de 2,04 reais em 2012 para 2,35 reais em 2013, alta de 15% que pesou no bolso das empresas.
A Gol encerrou 2013 com prejuízo de 802 milhões de reais (considerando a operação da Webjet), mas conseguiu reduzir as perdas pela metade na comparação com 2012.
A TAM viu seu prejuízo aumentar de 1,315 bilhão de reais para 1,653 bilhão de reais.
As sete companhias aéreas brasileiras totalizaram prejuízos de 2,4 bilhões de reais em 2013, segundo informações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) divulgadas na segunda-feira no Anuário do Transporte Aéreo 2013. Mas as perdas do setor foram 30% menores que as registradas em 2012, refletindo principalmente a redução do prejuízo da Gol.
A projeção do mercado é que o dólar encerre o ano cotado a 2,40 reais, de acordo com o último boletim Focus, do Banco Central. "O cenário não é bom".
A empresa Azul obteve lucro líquido de 63 milhões de reais (considerando a integração da Trip, adquirida pela empresa em 2012). O prejuízo do ano passado é um reflexo da crise pela qual o setor aéreo brasileiro passa desde o fim de 2011.
"Os custos das companhias aéreas explodiram e comprometeram o resultado financeiro", explica o presidente da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz.
As empresas não conseguiram repassar a alta de custo aos passageiros e amargaram prejuízos bilionários a partir de 2011. O setor terá desafios para voltar ao lucro.
O setor aéreo brasileiro dava lucro antes disso, com ganhos de 1,54 bilhão de reais em 2009 e 718 milhões de reais em 2010.

Dados da Anac apontam que a demanda por passagens em 2014 subiu 5,67% no acumulado dos oito primeiros meses ano ante igual período de 2013.

Fonte: Estadão e Veja. Link: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/aereas-brasileiras-encerraram-terceiro-ano-no-vermelho em 02/11/2014.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Nova descoberta de petróleo a 81 km de Vitória no Espírito Santo

Foi anunciada pela PETROBRAS descoberta em poço, localizado a 81 km da cidade de Vitória, Na plataforma continental do Espírito Santo na área da concessão de produção de Golfinho, que comprovou a presença de gás e condensado.
Este resultado foi obtido por meio da perfuração do poço 4-BRSA-1265-ESS (nomenclatura ANP) / 4-GLF-42-ESS (nomenclatura Petrobras).
Informalmente conhecido como Lontra, em profundidade de água de 1.319 metros, esta descoberta de acumulação de hidrocarbonetos está situada em águas profundas no pós-sal da Bacia do Espírito Santo.
A Petrobras é operadora e detém 100% da concessão de produção de Golfinho.
De acordo com dados de perfilagem e teste a cabo os reservatórios foram identificados a 3.055 metros de profundidade e a perfuração do poço foi finalizada em 3.238 metros.



Localização do poço no Campo de Golfinho (Fonte: GEOFÍSICA BRASIL)

Fonte: http://geofisicabrasil.com/noticias/174-petroleo/6633-nova-descoberta-em-aguas-profundas-na-bacia-do-espirito-santo.html em 30/10/2014.

domingo, 19 de outubro de 2014

Terra treme 5 vezes em apenas 15 dias na cidade de Taipu no Rio Grande do Norte

No dia 15/10/2014 Taipu registrou o quinto tremor de terra em apenas 15 dias. A cidade de Taipu está localizada a 50 quilômetros de Natal no Rio Grande do Norte.
O maior dos abalos aconteceu no dia 4 com magnitude de 2.7, o tremor pôde ser sentido pela população e foi seguido por dois microtemores que estão fora do limite de percepção das pessoas, segundo informou o laboratório.
Os tremores aconteceram nesta quarta-feira (15), e nos dias 4 e 7 de outubro.
No dia 7 de outubro foi registrado um sismo de magnitude estimada em 2.5. Nesta quinta o tremor teve magnitude de 2.2. Com o intuito de acompanhar mais de perto a atividade sísmica em Taipu, o laboratório instalou uma estação na cidade.
"A atual atividade sísmica em Taipu foi detectada no início do mês de setembro e ainda persiste. Reafirmamos, mais uma vez, que é impossível prognosticar como será sua evolução", diz o LabSis.



Estação instalada pelo LabSis para monitorar os sismos.

A informação é do Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte(LabSis/UFRN), que monitora as atividades sísmicas no estado.

Fonte: http://geofisicabrasil.com/noticias/204-clipping/6599-ufrn-registra-quinto-tremor-de-terra-em-taipu-rn.html acessado em 19/10/2014,

Um país se fortalece com educação e livros

  No dia 10 de junho se comemora o Dia de Camões. Esta data foi instituída no ano de 1880 em Portugal pelo Rei D. Luís I, vinte anos antes d...