sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Risco de acidente no acesso à UFVJM no Campus do Mucuri em Teófilo Otoni

Prezados. Com as chuvas que caíram em Teófilo Otoni e região nesta semana de Natal surgiu um buraco na pista de acesso à UFVJM, Campus do Mucuri, fotografado pessoalmente por mim, ontem dia 26/12/2013.
Apesar de aparentemente ser pequeno, o buraco na pista está está todo oco por baixo e se passar um carro pesado, ônibus ou caminhão, o mesmo poderá ceder e provocar acidentes graves.







Fotos do local em 26/12/2013 (arquivo pessoal: Antonio Jorge de Lima Gomes).

O problema surgiu pelo erro de projeto de escoamento de águas pluviais e numa região aterrada durante a construção da estrada.
Os reparos são necessários e urgentes, pois trata-se de um local de grande movimento durante o período de aulas da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri na cidade de Teófilo Otoni.
A responsabilidade é da Prefeitura de Teófilo Otoni, pois trata-se de uma via Municipal.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Ponte móvel no Rio Pinheiros foi inaugurada em São Paulo

O projeto arquitetônico da ponte foi concebido pelo escritório Loeb Capote Arquitetura, com o formato da estrutura na forma de uma vitória régia, uma planta aquática típica no Brasil e esta ponte tem duas edificações circulares metálicas com 18 metros de diâmetro cada.
A ponte, orçada em R$ 5 milhões, foi inteiramente custeada pela empresa Bayer e a obra foi iniciada em dezembro de 2012. As plataformas estão cobertas de vegetação. 
O empreendimento servirá como um dos três acessos de ciclistas e pedestres à ciclovia do Rio Pinheiros, localizadas nas duas margens do rio. Abaixo temos na figura a imagem da estrutura e da pista de ciclismo da ponte.



Ponte Móvel no Rio Pinheiros que liga o bairro do Socorro à estação Santo Amaro da Companhia Paulista de Trens  Metropolitanos em São Paulo.
Dois motores elétricos permitem que a estrutura se mova para dar passagem às embarcações que passam pelo rio. A estrutura está 2,5 metros de altura em relação à linha d'água.
Além da ponte, cerca de 2,8 km de ciclovia foram construídos ao longo do rio. O investimento fói na ordem de R$ 1,7 milhão. A ciclovia, por sua vez, foi executada e projetada pela Empresa Metropolitana de Águas e Esgoto (Emae).
O governador de São Paulo Geraldo Alckmin inaugurou a ponte móvel na semana passada. Esta, liga o bairro do Socorro à estação Santo Amaro da Companhia Paulista de Trens  Metropolitanos (CPTM). Chamada de "Friedrich Bayer", a estrutura tem 90 metros de extensão e é destinada para ciclistas.A estrutura funcionará, a partir do dia 31 de dezembro, das 04h40 às 24h00, seguindo o mesmo horário da CPTM.
Fonte: http://infraestruturaurbana.pini.com.br/solucoes-tecnicas/equipamentos-publicos/ponte-movel-sobre-o-rio-pinheiros-e-inaugurada-em-sao-302962-1.aspx acessado em 26/12/2013. 

domingo, 8 de dezembro de 2013

Cabo Verde anuncia que vai criar um SUPER Instituto de Meteorologia e Oceanografia

O governo de Cabo Verde anunciou através de publicação no jornal cabo-verdiano “A Semana”, que vai criar o Instituto de Meteorologia e Oceanografia Atlântica, unindo os atuais institutos nacionais de Desenvolvimento das Pescas e de Meteorologia e Geofísica. O novo instituto deverá começar a funcionar em 2014.
De acordo com a fonte, o governo é da opinião que este novo serviço, que será um "super-instituto", vai posicionar Cabo Verde como um centro mundial de pesquisas no domínio da meteorologia e da oceanografia.
O novo instituto, que deverá começar a funcionar em 2014, vai reunir as competências dos dois institutos a serem extintos e prestar ainda apoio às atividades do chamado Agrupamento do Mar.
A nova instituição vai reunir as competências atualmente adstritas aos institutos nacionais de Desenvolvimento das Pescas e de Meteorologia e Geofísica, introduzindo uma maior sinergia e complementaridade nas acções que são desenvolvidas por estas entidades e que se sobrepõem em alguns domínios", disse uma fonte oficial citada pelo jornal.
Para isso já estão em curso alguns projetos como, por exemplo, a montagem do Centro de Investigação Oceanográfica do Mindelo, que conta com a parceria da GEOMAR – Helmholtz Centre for Ocean Research Kiel da Alemanha, que já desembolsou cerca de três milhões de euros para as obras.
Fonte:http://www.geofisicabrasil.com/noticias/55-governo21/5710-cabo-verdei-cria-instituto-de-meteorologia-e-oceanografia.html?utm_source=MadMimi&utm_medium=email&utm_content=Destaques    acessado em 08/12/2013. 

domingo, 24 de novembro de 2013

Rio de Janeiro terá projeto para gerar eletricidade a partir de energia de marés

O professor Segen Estefen, coordenador do LTS, do Programa de Engenharia Oceânica da Coppe, disse que o projeto faz parte da estratégia de tornar a geração de energia por meio das ondas do mar economicamente viável e comercial. Disse que “Estamos colocando o Brasil entre os países que buscam o domínio das tecnologias de aproveitamento da energia das ondas para gerar eletricidade em grande escala. É fundamental que consigamos nos manter competitivos para que no futuro não tenhamos que importar tais tecnologias”.
Este, explica que o primeiro passo foi dado com a instalação de uma usina no Porto de Pecém, a 60 quilômetros de Fortaleza (CE), que se encontra em fase final de testes e é fruto de uma parceria entre a Coppe, a Tractebel Energia e o Governo do Ceará.
A Coppe/UFRJ, em parceria com Furnas e a empresa Seahorse Wave Energy, deu início aos estudos para geração de energia elétrica a partir da movimentação das ondas do mar na cidade do Rio de Janeiro. A usina ficará a uma profundidade de 20 metros e, em sua capacidade máxima, a eletricidade gerada pode abastecer o equivalente a 200 casas residenciais.
No momento, os pesquisadores do Laboratório de Tecnologia Submarina (LTS) da Coppe estão trabalhando no desenvolvimento e construção de um protótipo, em escala reduzida, em conjunto com os engenheiros da Seahorse Wave Energy, da Incubadora de Empresas da Coppe. Na figura abaixo temos um esquema do protótipo a ser desenvolvido.

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Figura com o esquema do protótipo de geração de energia de marés.

O projeto prevê a instalação de uma usina, denominada conversor offshore, a cerca de 14 quilômetros da praia de Copacabana, próximo da Ilha Rasa, com capacidade instalada de 100 kW. A conclusão do projeto, que conta com investimento de R$ 9 milhões de Furnas, está prevista para 2015.

Fonte: https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2013/11/rio-tera-geracao-de-energia-pelas-ondas-do-mar/23526 acessado em 24/11/2013.

domingo, 27 de outubro de 2013

Membro Titular da Academia de Letras de Teófilo Otoni

Ontem, dia 26/10/2013 tomei posse e me tornei definitivamente membro titular da Academia de Letras de Teófilo Otoni. Abaixo foto na cerimônia de Posse.


Foto da Posse em 26/10/2013 (arquivo pessoal).


Foi com muita honra e júbilo, que recebi e aceitei, o convite para me tornar membro da Academia de Letras de Teófilo Otoni - ALTO, onde irei ocupar a cadeira número 5 do imortal patrono Max Rothe.
Max Rothe foi escritor e historiador que com seu estilo e emoção, nos apresenta em seu livro intitulado “Memórias de um Prisioneiro de Guerra” que nenhuma guerra é vitoriosa, e que nas guerras todas as sociedades são perdedoras. No livro “100 anos de Colonização Alemã em Teófilo Otoni Minas Gerais 1856-1956”, Max Rothe nos mostra como é difícil imigrar para um novo país e de lá começar a vida de novo, expondo que Teófilo Otoni era para os imigrantes mais que um sonho. A colonização alemã, mesmo sem conhecer a Philadélfia idealizada por Teófilo Benedicto Ottoni, encontrou aqui o seu novo Eldorado.
Cumpre-me lembrar dos muitos imigrantes de outros países principalmente Alemanha, Portugal, Espanha, Itália e Líbano, das comunidades quilombolas e das indígenas - principalmente os Maxakali (Tikmu'ún) que aqui habitavam – no qual, todos contribuíram para a construção da Filadélfia - atual cidade de Teófilo Otoni.

Foto após a posse em 26/10/2013 (arquivo pessoal).

Moro em Teófilo Otoni, sou Professor e ocupo também o cargo de Vice-Diretor do Instituto de Ciência, Engenharia e Tecnologia (ICET) na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) no campus de Teófilo Otoni, onde fui eleito pelos servidores com 72% dos votos, para o período 2011-2015, tendo ocupado o cargo de Coordenador Pro-tempore da Engenharia Civil em 2011.
Sou Doutor e Mestre em Geofísica (Observatório Nacional), Engenheiro Civil (Souza Marques), Licenciatura em Matemática (UNISUAM), Licenciatura em Física (também pela Souza Marques), e com pós-graduações na Área de Docência Superior (Faculdades Simonsen) e Gestão Ambiental (UERJ).
Desde a minha chegada em Teófilo Otoni, busquei realizar projetos para desenvolvimento local e regional, disseminando o conhecimento com projetos de Iniciação Científica, Extensão, Cultura e Ciências sem Fronteira, que totalizaram até o presente momento na orientação de 53 (cinquenta e três) alunos, conforme consta no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ).  Sou também revisor de Revistas Nacionais e Internacionais, filiado ao CREA desde 1982 e membro da Sociedade Brasileira de Geofísica desde 2001.
Venho realizando pesquisas inéditas no Vale do Mucuri, devidamente registradas, tais como: Energia Solar: Uma Fonte Alternativa nos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (CNPQ), Levantamento das Áreas de Risco Geológico na cidade de Teófilo Otoni (FAPEMIG), Identificação de Voçorocas para Prevenção de Riscos Geológicos e Ambientais na Cidade de Teófilo Otoni como Forma de Ação de Sustentabilidade Social, e outros, que poderão ser consultados no meu currículo Lattes ou na própria UFVJM. Tenho vários trabalhos científicos específicos da região e o principal foi publicado em 2012, intitulado “Gradiente Geotérmico do Município de Teófilo Otoni no Vale do Mucuri”, na Revista de Ciência e Tecnologia do Vale do Mucuri, volume 4. 
O ensino, a pesquisa e o desenvolvimento não podem parar. 

domingo, 13 de outubro de 2013

Licitação do Campo de petróleo Libra no pré-sal é contra o interesse nacional

O petróleo está no centro de um embate estratégico e geopolítico. O ex-diretor da Petrobras e Diretor do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (IEE/USP), Ildo Sauer, espera que o Poder Judiciário ainda possa se manifestar para inviabilizar a licitação do Campo de Libra, primeira na área do pré-sal, programada para o próximo dia 21 de Outubro, no Rio de Janeiro. Para Sauer, esse é um ato "contra o interesse nacional".
Este sugeriu a contratação direta da Petrobras e avaliou que isso geraria mais benefícios para o Tesouro Nacional do que a partilha convencional no leilão. No caso da contratação da estatal, o contrato de partilha se assemelharia mais a um contrato de prestação de serviços, negociado diretamente com a Petrobras que, por sua vez, é controlada pelo governo.
Ildo Sauer sustentou que, atualmente, no mundo, todas as grandes reservas de petróleo estão nas mãos de empresas 100% estatais ou de Estados nacionais. "Somente uma fração está na mão das grandes multinacionais do passado, como a Exxon, a Shell, a EPP, a British Petroleum".
"Se é para mudar o país, você tem que saber quanto petróleo tem. Nenhum fazendeiro vende uma fazenda sem saber quantos bois têm", argumentou para sinalizar a necessidade que haja um controle estratégico sobre o ritmo de produção.
Sauer afiançou que o edital de Libra é um equívoco estratégico e contraria o interesse público. Ele salientou que todos os países exportadores controlam o ritmo de produção a partir de interesses de Estado "e não de contratos microeconomicamente outorgados". Para ele, o melhor regime para países que têm grandes recursos de petróleo é contratar uma empresa 100% estatal, como ocorre, por exemplo, com a Petróleos da Venezuela (PDVSA).
Sauer considerou "assustadora" a opção do governo federal pelo Leilão de Libra e atribuiu a pressa em licitar a primeira área do pré-sal ao acordo firmado pelo governo brasileiro com os Estados Unidos, em março de 2011, durante a visita do presidente Barack Obama ao Brasil. O acordo visava a acelerar a produção dos recursos do pré-sal, "que é o que está sendo feito com Libra", para benefício mútuo dos dois países.
De um lado, se encontram os Estados Unidos e a China, buscando acelerar a produção de petróleo de todos os tipos, inclusive o não convencional. Os Estados Unidos já ocupam a terceira posição no ranking dos maiores produtores globais, prestes a ultrapassar a Rússia e aproximando-se da Arábia Saudita. "Aos Estados Unidos interessa produzir mais petróleo o quanto antes e reduzir o preço. Para um país que pretende ser exportador, como é o caso do Brasil, interessa controlar o ritmo de produção e manter o preço elevado", insistiu. Por isso, Sauer reiterou que é "assustadora a euforia ingênua" que vê em diversas áreas em relação à licitação de Libra, "principalmente na Presidência da República e na Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis [ANP], como se fossem agentes subalternos do interesse americano". A espionagem praticada por órgãos dos Estados Unidos em documentos estratégicos do Brasil está vinculada a isso, acredita.
De outro lado, está a Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep) que, em 2004/2005, conseguiu elevar os preços do petróleo, sustentando-os a partir daí em torno de US$ 100 o barril. Sauer informou que o custo de produzir direto, ou seja, a relação capital e trabalho, está em US$ 1 na Arábia Saudita e em cerca de US$ 15, no Brasil. Com o acréscimo de transferências obrigatórias, entre as quais impostos e royalties, o preço do produto chega a US$ 40 o barril.
"E tudo que o governo americano, em conjunto com a China e outros, está fazendo é buscar quebrar a coordenação da Opep que, junto com a Rússia, vem mantendo o preço elevado. Eles querem que o preço do petróleo volte a cair para algo como US$ 40 a US$ 50, próximo dos custos de produção". Essa estratégia, disse Sauer, objetiva fazer com que os benefícios do uso e produção do petróleo vão para quem o consome e não para quem o produz.
O diretor do IEE/USP disse que é preciso primeiro saber para que o Brasil quer o dinheiro do pré-sal. Se é para saúde pública, educação, entre outras áreas, para impedir a repetição de ciclos que se esgotaram, como o do ouro, do café e da borracha, e não deixaram mudanças concretas de qualidade de vida para a população.
Sauer assegurou que nenhum país do mundo, que está vinculado ao debate geopolítico e estratégico, renuncia ao controle sobre o ritmo de produção. Isso, apontou, é o que ocorrerá no contrato de partilha, que vai vigorar nos leilões do pré-sal. Segundo Sauer, esse regime "outorga um contrato que vai sendo resolvido de acordo com o ritmo de produção. Os investimentos serão feitos e o objetivo é o quanto antes converter petróleo em moeda". Na opinião do ex-diretor da Petrobras, o leilão de Libra é "a maior privatização da história brasileira".
A diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, disse que o leilão do Campo de Libra, "será um sucesso", não só pelo tamanho das reservas, estimadas entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris de petróleo, mas também pela absorção de investimentos pela indústria local.
Esta, garantiu que a mudança do regime de concessão para o sistema de partilha não trará prejuízo para o país. A dirigente salientou que o regime de partilha já faz parte do portfólio de todas as grandes petroleiras globais.
Fontes: Brasil Econômico e http://www.portosenavios.com.br acessado em 13/10/2013.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Japão terá a primeira casa de espetáculos inflável do mundo

A casa de espetáculos foi construída com uma membrana translúcida na cor roxa e tem a estrutura num formato de balão. 
Internamente, o empreendimento possui um palco e abriga bancos artesanais para acomodar um total de 500 pessoas.
No Japão a primeira apresentação ocorrerá na cidade de Tohoku e será aberta ao público no próximo dia 14 de outubro.
O arquiteto japonês Arata Isozakia assina, em parceria com o escultor Anish Kapoor, este projeto de um edifício inflável que abrigará uma casa de espetáculos.
Além de concertos e workshops, segundo os arquitetos, o complexo foi construído para ser uma plataforma para apresentações musicais de dança, jazz e projetos interdisciplinares liderados por artistas e conjuntos internacionais.
Conhecida como "Ark Nova", a estrutura móvel é considerada a primeira do padrão no mundo e fará um tour por todos os locais devastados no país pelo terremoto seguido de Tsunami em 2011.

Fonte: http://piniweb.pini.com.br//construcao/arquitetura/japao-tera-a-primeira-casa-de-espetaculos-inflavel-do-mundo-298367-1.aspx acessado em 04/10/2013.

Um país se fortalece com educação e livros

  No dia 10 de junho se comemora o Dia de Camões. Esta data foi instituída no ano de 1880 em Portugal pelo Rei D. Luís I, vinte anos antes d...