quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Surto de coronavírus na China afeta demanda global de produção de petróleo


Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) produziu menos em janeiro do que a média prevista para o ano de 2020 devido a cortes  planejados de oferta e perdas involuntárias de produção. Deste modo, a Opep reduziu nesta quarta-feira 12/02/2020 sua projeção para o crescimento global da demanda por petróleo devido à epidemia de um novo coronavírus.

Nesta data também foi anunciado pelas autoridades sanitárias da China que o corona vírus que afeta a região de Wuhan passou a ser denominado de Covid19 pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em relatório mensal, a Opep afirmou que a demanda por seu petróleo em 2020 deve ficar em média na faixa de 29,30 milhões de barris por dia (bpd), ou 200 mil bpd abaixo do previsto. O relatório pode ajudar no convencimento sobre a necessidade de cortes ainda maiores de produção pelo grupo, que tem avaliado uma restrição adicional de oferta para compensar a demanda mais fraca.

Os preços do petróleo caíram 17% neste ano cujo valor passou para 55 dólares por barril, o que gerou preocupação entre países produtores.


"O impacto do surto de coronavírus sobre a economia da China aumentou as incertezas sobre o crescimento econômico global em 2020, e consequentemente sobre o crescimento da demanda por petróleo", escreveu a Opep no relatório. 

Ainda escreveu a Opep no relatório que: "Claramente, os acontecimentos na China exigem contínuo monitoramento e avaliação."

Fonte: 
https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/rfi/2020/02/12/jornalista-chines-que-cobria-crise-do-coronavirus-em-wuhan-esta-desaparecido.htm acesso em 13 fev 2020.
https://www.portosenavios.com.br/noticias/geral/opep-afirma-que-coronavirus-deve-reduzir-demanda-por-petroleo-em-2020?utm_source=newsletter_9119&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y acesso em 13 fev 2020.


segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Universidade do Estado do Rio de Janeiro inaugura navio oceanográfico para impulsionar pesquisas

Nesta terça-feira, dia 28/01/2020, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) inaugura o navio oceanográfico Prof. Luiz Carlos Ferreira da Silva na Marina da Glória às 15:00h.

A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) é a primeira instituição de ensino superior do Estado do Rio de Janeiro a possuir um navio, que tem como objetivo impulsionar pesquisas, aperfeiçoar a formação dos estudantes, integrar projetos ambientais e monitoramento dos ecossistemas marinhos.

Com 30,5 metros de comprimento e 7,8 metros de largura, o Prof. Luiz Carlos ultrapassa 250 toneladas, tem capacidade para navegar com 30 pessoas, bem como autonomia para permanecer até 15 dias no mar.

A embarcação vai atender aos alunos das diversas áreas da Oceanografia, apoiar outros cursos da universidade como Geologia, Geografia e Biologia, além de possibilitar parcerias com órgãos governamentais, empresas e demais instituições de pesquisa.

“Vamos aperfeiçoar o monitoramento da poluição da Baía da Guanabara, da Baía da Ilha Grande além de outras baías, regiões costeiras e oceânicas, atuando diretamente em problemas relacionados à pesca, fazendas marinhas e outros recursos naturais”, informa Bastos.
Navio Oceanográfico Prof. Luiz Carlos Ferreira da Siva (UERJ).

O navio, que teve um custo total de R$ 7 milhões, foi construído no estaleiro INACE, no Ceará. O projeto contou com financiamento da Uerj, Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (Secti).

O navio leva o nome do professor Luiz Carlos Ferreira da Silva da Faculdade de Oceanografia da Uerj, homenagem ao trabalho realizado por ele, ao longo de muitos anos, na formação de gerações de oceanógrafos e na consolidação desse campo de estudos no Brasil.

O professor Luiz Carlos é oficial da Marinha do Brasil na reserva; foi Secretário Adjunto da Comissão Interministerial de Recursos do Mar (CIRM) e estará presente à inauguração.

Fonte:https://www.sopacultural.com/noticias/uerj-inaugura-primeiro-navio-oceanografico-universitario-do-rio-de-janeiro/ acesso em 27 jan. 2020.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Exportações do agronegócio brasileiro em 2019 tiveram queda de 4% e continuam estagnadas desde 2011

As exportações do agronegócio brasileiro em 2019 tiveram queda de 4% em relação ao ano de 2018 e continuam estagnadas em valores monetários desde 2011. Em 2011 o valor totalizou US$ 90 bilhões e em 2018 foi apenas US$ 96,8 bilhões.

Apesar do aumento de quase 100% da área devastada para aumentar o volume produzido o país não se beneficiou com as exportações.
Os valores da produção não refletem os valores obtidos nas exportações. Tem alguma coisa saindo pelo ralo. Ou pelo oceano.

Em 2019 o valor das exportações atingiu o valor de US$ 96,8 bilhões, que representaram 43,2% do total geral das receitas obtidas pelo país no mercado externo.
A média anual das exportações de 2010 a 2019 é de US$ 93 bilhões segundo dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior) e do Ministério da Agricultura.

Para efeito comparativo estatístico em 2015, esse percentual era de 46,2%. Neste sentido as exportações comparadas com 2015 reduziram em média 3%.
Comparando ao ano de 2010, verifica-se que de 2010 a 2019 o setor rendeu US$ 931 bilhões para o país.

Em 2010 o valor dado de exportações estava na casa dos US$ 70 bilhões por ano, e a partir de 2011 entram valores superiores a US$ 90 bilhões anuais.
O Brasil ganhou espaço externo com o avanço de vários produtos. O principal deles foi a soja. Em 2010, o país semeou 23,5 milhões de hectares com a oleaginosa. No ano passado, foram 36 milhões. A produção subiu de 69 milhões de toneladas para 115 milhões no mesmo período.

Dobrou o espaço cultivado, no entanto apesar do avanço das áreas plantadas e da exterminação ambiental, os valores faturados das exportações são muito pequenos e comparativamente pequenos. O custo ambiental foi com certeza muito maior que o valor faturado, que está estagnado desde 2011, quando foi de US$ 90 bilhões e em 2018 foi apenas US$ 96,8 bilhões.

As carnes também tiveram um papel importante nesse novo posicionamento brasileiro no mercado externo. O país teve uma aceleração da produção exatamente no momento em que aumentou a demanda internacional.

A carne aumentou muito de preço para a população brasileira e não houve reflexos em termos de benefícios para o Brasil, ao contrário, o Brasil exportou muito e faturou menos 4% em 2019 em relação a 2018.

Fonte:https://www.portosenavios.com.br/noticias/geral/exportacao-do-agro-cai-em-2019-mas-receitas-beiram-us-1-tri-em-dez-anos?utm_source=newsletter_9098&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y acessado em 14/01/2019.

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Nós somos terráqueos

Esta minha frase precisa de eco. Não no sentido de ser apenas ouvida ou replicada, mas sim de ser interpretada pelos seres humanos.
"Nós somos terráqueos. Proteja o meio ambiente. Aqui nascemos, vivemos e sucumbiremos."

O pluralismo: Nós somos terráqueos.
A importância de nossa ação individual: Proteja o meio ambiente.
A resposta da qual fugimos:  Aqui nascemos, vivemos e sucumbiremos.

Mesmo sendo a espécie humana a mais avançada em nosso planeta, ela não consegue entender que este planeta denominado de Terra é a nossa casa comum.

O individualismo e a falta de humanidade fazem com que a maioria das pessoas não valorize o ambiente terrestre.

Se você não mudar seus modos de viver, em poucos anos o homo sapiens também será uma espécie em extinção.


Mensagem de Antônio Jorge de Lima Gomes.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

As próximas décadas iniciam em 2021, 2031, 2041, etc.

Olá amigos. Muitas postagens realizadas com base na emoção estão dizendo que no ano de 2020 se inicia uma nova década. Desculpem, mas isto não é verdadeiro.

Nosso calendário atual é o Gregoriano, assim chamado em homenagem ao papa Gregório XIII, seu criador. Neste calendário, não existe ano zero, da mesma forma que em muitos outros calendários também não temos a existência do ano zero.


Neste sentido, nós mesmos ao completarmos 12 meses de vida estamos completando o primeiro ano de vida, ou seja, nosso ano 1. Também não existe ano zero na nossa existência.


Deste modo, a primeira década do século 21 teve início no ano de 2001 e se encerrou em 31 de dezembro de 2010. A segunda década ocorre de de 2011 a 2020, e em 01 de janeiro de 2021 teremos o começo de mais uma nova década.


Então, todas as décadas iniciam sempre no ano 1, como em 2001, em 2021, 2031, 2041, etc.


Temos ainda muitos calendários diferentes em uso no mundo atual, mas o calendário gregoriano é o calendário mais utilizado na atualidade, e disseminado pelo poder da internet, estando em todos os processadores no mundo da informática.

O Calendário Gregoriano
O calendário gregoriano foi elaborado em 1582 por iniciativa do papa Gregório XIII, com o objetivo de corrigir os erros do calendário Juliano, que era o calendário oficial daqueles tempos.

Gregório XIII, nascido Ugo Buoncompagni, nasceu em Bolonha, a 7 de Janeiro 1502 e faleceu em Roma. Foi Papa de 13 de maio de 1572 até à data da sua morte em 10 de Abril 1585.
Estátua do Papa Gregório XIII em Bolonha.

Ugo Buoncompagni estudou e leccionou direito e jurisprudência na Universidade de Bolonha. Em 1538 foi chamado a Roma pelo Papa Paulo III e subiu rapidamente na hierarquia. Foi elevado a cardeal pelo Papa Pio IV e esteve presente e participou  do Concílio de Trento. Em 1572 foi eleito para suceder o Pio V.

A palavra calendário vem do latim calendarium que significa livro das calendas. Este era o livro usado para contar os dias das festividades religiosas marcadas no início de cada mês lunar na Roma Antiga.

Gregório XIII destacou-se na história por ter sido o responsável pela introdução do nosso calendário atual (daí ser chamado de calendário gregoriano), e também pela bula Inter gravissimas, assinada a 24 de Fevereiro de 1582, reformando o antigo calendário Juliano.

Enfim, no atual calendário todas as próximas décadas terão início no ano 1, como em 2001, em 2021, 2031, 2041, etc.

Vivam a vida intensamente. Por muitas décadas. Abraços.

Fontes:
https://es.dreamstime.com/foto-editorial-estatua-de-papa-gregorio-xiii-en-palacio-de-rey-enzo-en-la-plaza-principal-de-bolonia-image75917911 acesso em 01/01/2020.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Greg%C3%B3rio_XIII acesso em 01/01/2020.


sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Ferrovia Transnordestina espera retomar as obras em março de 2020


A Transnordestina é uma ferrovia delineada para unir o interior do Piauí, em Elizeu Martins, cortando os estados de Pernambuco e Ceará, desembocando nos portos de Suape (PE) e Pecém (CE). No entanto, até o presente momento pouco mais da metade da obra foi realizada.

O empreendimento, que é de interesse do governo federal, vem sendo construído aos poucos desde 2006.

A Transnordestina Logística S.A., empresa privada responsável pela construção e operação da Ferrovia Nova Transnordestina, espera retomar as obras da ferrovia destinada a ligar os portos de Pecém, no Ceará, ao de Suape, em Pernambuco.

Os recursos públicos previstos foram muitas vezes suspensos. O orçamento inicial dos 1.750 km de extensão, já mais que duplicou desde então. Já foram gastos cerca de R$ 6,5 bilhões e a estimativa da empresa é que faltariam ainda R$ 7 bilhões para concluir toda a obra.

Abaixo segue a Figura 1 com os trechos já executados e o que precisa ser realizado para concluir a ferrovia.

Figura 1 - Trechos executados e que precisam ser construídos da Ferroviária Transnordestina.

Para dar continuidade às obras da ferrovia da Transnordestina Logística a partir de março do próximo ano, os acionistas da empresa, que tem a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) como controladora, têm pela frente o desafio de garantir R$ 836 milhões em recursos.

Os investimentos na obra estão sendo alocados em sete lotes - quatro deles no Piauí, num trecho de 200 km, e três lotes no Ceará, ao longo de 150 km. A prioridade, no momento, explicou a fonte, são obras de infraestrutura - abertura de frentes no trajeto e preparação do terreno para ser a base de recebimento futuro dos dormentes e trilhos.

As obras foram retomadas em setembro de 2019 e estão em andamento a construção de dois trechos da ferrovia, com investimentos de R$ 257 milhões da CSN.

Fonte:

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

China faz teste de seu primeiro navio cargueiro autônomo

O  navio cargueiro autônomo denominado de Jin  Dou Yun 0 Hao teve seu teste bem sucedido no domingo passado dia 15 de dezembro de 2019.

Este, partiu da ilha de Dong’ao em Zhuhai e chegou ao cais número 1 da ponte marítima Hong Kong–Zhuhai–Macau. O navio está em desenvolvimento desde 2017 pela empresa Yunhang Intelligent.

A embarcação acelera o transporte de mercadorias, porque os sistemas automatizados reduzem o tempo de viagem. Além disso, esta embarcação é avaliada como mais segura quando comparada a um cargueiro comum.


Navio Jin Dou Yun 0 Hao

A viagem da embarcação Jin  Dou Yun 0 Hao iniciou na província de Guangdong e segundo um comunicado do Conselho do Estado da China, esta viagem foi classificada como um experimento plenamente satisfatório.

Fonte: Fonte: A Tribuna e https://www.portosenavios.com.br/noticias/navegacao-e-marinha/china-testa-primeiro-cargueiro-autonomo?utm_source=newsletter_9082&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y acessado em 18 de dezembro de 2019.

Um país se fortalece com educação e livros

  No dia 10 de junho se comemora o Dia de Camões. Esta data foi instituída no ano de 1880 em Portugal pelo Rei D. Luís I, vinte anos antes d...