domingo, 6 de agosto de 2017

Plano Municipal da Mata Atlântica de Teófilo Otoni o primeiro do Estado de Minas Gerais

Apresentamos a seguir o livro com a elaboração do primeiro Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica do Município de Teófilo Otoni (PMMATO) e também o primeiro do Estado de Minas Gerais.

Este plano, teve início nos estudos desenvolvidos pela Dissertação de Mestrado: “Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica de Teófilo Otoni: Um Instrumento de Gestão Ambiental”, apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Tecnologia, Ambiente e Sociedade da UFVJM, integrante do Grupo de Pesquisas GEOVALES, concretizado pelo Mestrado de Estela Maria Boscov Garcia, sob a orientação do Prof. Dr. Antônio Jorge de Lima Gomes. O livro é lançado sobre a chancela e ISBN da Editora UFVJM.

Para ler ou fazer download do Livro basta clicar na imagem da capa abaixo:

Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica de Teófilo otoni
Capa do Livro com o PMMATO e ISBN 978-85-61330-61-3.


O livro é resultado da participação conjunta dos parceiros colaboradores: IEF-Regional Nordeste, SEMADS, EMATER-MG e Prefeitura Municipal de Teófilo Otoni, que elaboraram matrizes de diagnóstico, mapas temáticos, aplicaram metodologias, pesquisaram informações e conteúdos na literatura pertinente e em outros planos municipais, resultando em um produto científico da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Campus Mucuri a favor da sociedade. 

Ao todo são seis autores sendo a Estela a Organizadora do livro, sendo estes os seguintes:

ESTELA MARIA BOSCOV GARCIA
JANAÍNA MENDONÇA PEREIRA
ANTÔNIO JORGE DE LIMA GOMES
MAYARA RODRIGUES LUZ LISBOA
GILBERTO FIALHO MOREIRA
IDALMAR PEREIRA DE SOUZA

DOWNLOAD DO LIVRO:
No link a seguir poderá ser feito o download completo do livro com o PMMATO.

LINK PARA DOWNLOAD: Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica de Teófilo Otoni

segunda-feira, 31 de julho de 2017

PETROBRAS está vendendo áreas de petróleo em águas rasas e no Pré-Sal da Bacia de Santos

PETROBRAS vendeu 66% do Campo de Carcará no Pré-sal da Bacia de Santos por 8,1 bilhões de reais para a empresa holandesa Statoil, conforme anunciado pelo portal G1.

Agora deu início a outra fase, que consiste na oferta de venda de sete conjuntos de campos em águas rasas, totalizando 30 concessões no aguardo de interessados. A divulgação faz parte do plano de desinvestimentos da estatal, que busca levantar para a empresa o montante de US$ 21 bilhões.

Os conjuntos de campos anunciados agora para venda são localizados no Ceará, Rio Grande do Norte, Sergipe, Rio de Janeiro e São Paulo.

Das 30 concessões, a Petrobras tem 100% da participação em 28. Em duas, a estatal detém 65% em parceria com a Outro Preto Óleo e Gás.

De acordo com a própria Petrobras, a parcela da empresa na produção média de petróleo e gás natural desses campos no primeiro semestre de 2017 foi de 73 mil barris de óleo equivalente por dia.

Fontes: https://globoplay.globo.com/v/5199823/ e 
https://www.portosenavios.com.br/noticias/geral/39859-petrobras-faz-oferta-de-venda-de-sete-campos-em-aguas-rasas?utm_source=newsletter_8285&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y acesso em 31/07/2017.

terça-feira, 18 de julho de 2017

China investiu mais de US$ 20 bilhões em portos para conquistar mercados em dezenas de países

A China planejou para o sucesso do projeto "One Belt One Road" um grande esquema para conquistar aliados diplomáticos e mercados abertos em cerca de 65 países entre Ásia e Europa.

Um estudo realizado pelo banco de investimentos Grisons Peak, que está sediado em Londres, verificou que as empresas chinesas anunciaram planos para comprar ou investir em nove portos no exterior até junho de 2018, em projetos com valor total de US$ 20,1 bilhões.

A China anunciou todas suas três passagens econômicas azuis, por isso, não é nenhuma surpresa ver esse nível significativo de aumento do investimento em portos e transporte marítimo — disse Henry Tillman, presidente-executivo da Grisons Peak.

Esta atividade representa uma aceleração dos investimentos de US$ 9,97 bilhões em projetos portugueses chineses no exterior entre junho de 2015 e 2016, segundo estimativas do Financial Times.

Ao todo, são quatro iniciativas separadas para a Malásia — com investimentos de US$ 7,2 bilhões no Melaka Gateway, US$ 2,84 bilhões no porto de Kuala Linggi, US$ 1,4 bilhão no porto Penang e US$ 177 milhões em projetos portuários no Kuantan, segundo anúncios da empresa.

A China faz crescer cada vez mais seus tentáculos sobre portos no exterior e em 2016 o país duplicou seus investimentos em projetos portuários, que ultrapassaram a marca dos US$ 20 bilhões

Fonte:https://www.portosenavios.com.br/noticias/geral/39665-omc-incentivos-nao-melhoraram-competitividade-da-industria-no-brasil-2?utm_source=newsletter_8273&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y acesso em 18 julho 2017.

Indústria Brasileira continua pouco competitiva em nível mundial segundo OMC

Segundo a Organização Mundial do Comércio (OMC), através de um estudo recente sobre o custo orçamentário da política industrial do país sugere que a “indústria brasileira desenvolve uma dependência crescente dos incentivos, em vez de melhorar sua competitividade internacional”.

Em relatório distribuído aos 164 países-membros para o exame da política comercial brasileira, a entidade menciona o argumento das autoridades brasileiras de que todos os programas de ajuda são avaliados regularmente para assegurar que corrijam qualquer mau funcionamento do mercado que possa causar obstáculos a objetivos de desenvolvimento do país.

De acordo com a Organização Mundial do Comércio (OMC) os instrumentos utilizados pelo Brasil para alcançar os objetivos em certos setores da atividade ainda hoje são marcados pela proteção de “indústrias nascentes” e de uso das tarifas. Isso inclui medidas nas fronteiras associadas a incentivos fiscais e não fiscais “que são complexos e podem ter efeitos de distorção”.

Para a entidade global, o Brasil privilegia o teor em conteúdo local em detrimento de uma integração nos mercados internacionais capaz de encorajar a competitividade, daí, portanto, o aumento de custo de componentes importados. Ela destaca que poucas companhias representam a grande maioria das exportações do país, comportando uma parte muito importante do valor agregado nacional (93%).

Para a OMC “Ao proteger o mercado interno, o Brasil reduz os incentivos para melhorar a eficácia e a qualidade ou a diferenciação dos produtos, e impede os produtores nacionais de se abastecerem junto a fornecedores que propõem preços mais baixos ou de qualidade melhor”.

Deste modo, os produtos manufaturados do Brasil “continuam a ser pouco competitivos” e representam uma parte do mercado “bastante pequena” no nível mundial, “o que deixa o Brasil num plano marginal no comércio internacional de bens industriais”.

Fonte: https://www.portosenavios.com.br/noticias/geral/39665-omc-incentivos-nao-melhoraram-competitividade-da-industria-no-brasil-2?utm_source=newsletter_8273&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y acesso em 18 julho 2017.




domingo, 9 de julho de 2017

Nova política na Exploração de Petróleo e Gás no Brasil

O governo federal oficializou no dia 06/07/2017, quinta feira passada, uma nova política para a exploração de petróleo e gás natural no Brasil.

Segundo publicação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) no Diário Oficial da União, agora são previstos planos plurianuais para leilões no setor durante os próximos cinco anos.

O objetivo da nova política consiste em priorizar a recuperação das reservas, o cálculo do potencial petrolífero do país e a intensificação das atividades exploratórias, além da adequada monetização das reservas existentes.

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) decidiu que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) poderá, no caso de prorrogações de vigência de contratos existentes, conceder redução de royalties sobre a produção incremental gerada por novo plano de investimento, a fim de viabilizar a extensão da vida útil e maximizar o fator de recuperação de campos de petróleo.

Fonte:https://www.portosenavios.com.br/noticias/ind-naval-e-offshore/39503-governo-oficializa-nova-politica-para-exploracao-de-petroleo-e-gas-natural?utm_source=newsletter_8258&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y acesso em 09 de julho 2017.

domingo, 2 de julho de 2017

CADE aprovou que Odebrecht comprasse mais 25% da Enseada Participações e agora detém 75% da empresa os outros 25% são da OAS


A decisão consta de despacho da Superintendência-Geral do órgão publicado no Diário Oficial da União (DOU) onde o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição, pela Odebrecht Participações e Engenharia, da fatia de 25% da Enseada Participações que antes pertencia à UTC.

Desta forma, a Enseada Participações passa a ser detida com 75% da Odebrecht e OAS com 25%.

A Enseada Participações é uma holding voltada para construção naval e exploração offshore, que atua também na área de reparação naval e no fornecimento de equipamentos, como sondas de perfuração e plataformas de produção de petróleo e gás.

O relatório da Agência trouxe também que contará com uma aceleração da oferta em quase 1,5 milhão de bpd dos países produtores que não fazem parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) no ano que vem. "Como em 2017, o crescimento será impulsionado pela forte produção de petróleo dos Estados Unidos, juntamente com ganhos contínuos do Brasil e do Canadá", salientou a entidade no documento.

A operação elimina, portanto, o vínculo da UTC com a Enseada Participações, ampliando de 50% para 75% o controle da Odebrecht sobre a empresa.

Fonte: Jornal do Commercio RS e https://www.portosenavios.com.br/noticias/geral/39212-cade-aprova-aquisicao-de-25-da-enseada-participacoes-pela-odebrecht?utm_source=newsletter_8236&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y acesso em 14 de junho de 2017.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

CIA desenvolveu programa espião que transforma roteadores Wi-Fi em ferramenta de espionagem

Segundo documentos liberados pelo Wikileaks com base na série "Vault 7", a Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) desenvolveu um programa espião que transforma roteadores Wi-Fi em uma ferramenta de espionagem.

Com base nos documentos da série "Vault 7", a CIA teria criado versões do Flytrap para dezenas de roteadores de Wi-Fi desde 2006. Estão listados equipamentos de 21 marcas, entre as quais 3Com, Apple, D-Link, Asus, Linksys e Motorola estão na lista da CIA.

O programa chamado de "CherryBlossom" consiste em um kit de ferramentas que cria um painel de controle para executar tarefas especificas pela CIA em dezenas de marcas de roteadores.

Segundo esses documentos, o CherryBlossom é composto de quatro componentes: FlyTrap, CherryTree, CherryWeb e Mission.

O FlyTrap é o software instalado no roteador. Ele é baseado no programa original do fabricante (o chamado "firmware"), mas possui as adições específicas da CIA.

CherryTree é o servidor de controle ao qual o FlyTrap se conecta para receber comandos, que são as "Mission".

CherryWeb é o nome do painel de controle usado pelos agentes para especificar as missões.

Os roteadores são equipamentos responsáveis por viabilizar o acesso à internet em redes domésticas e empresariais, e que agora se transformaram também em sistemas de espionagem da CIA.

Por meio do CherryWeb, um agente pode ordenar que o Flytrap monitore certos tipos de informação de computadores específicos que estiverem conectados ao roteador adulterado. Ele também pode criar uma "ponte" para se conectar à rede interna do roteador, mantendo um ponto de acesso da CIA em redes que normalmente estariam inacessíveis pela internet.

O Wikileaks afirma que essas informações já estavam fora do controle da CIA e que elas circulavam até entre "hackers governamentais" que não deviam ter acesso a esses documentos. Um desses hackers teria decidido repassar tudo ao Wikileaks. Não há confirmação da legitimidade dos documentos.

Para instalar o Flytrap em um roteador, a CIA criou algumas ferramentas que exploram vulnerabilidades em equipamentos específicos. Em outros casos, o agente precisa manualmente acessar a interface do roteador e fazer upload do firmware.

CIA se aproveita do fato de que os equipamentos não verificam ou não verificam corretamente a autenticidade do programa que devia ser fornecido apenas pelo fabricante.

O Wikileaks não disponibiliza as ferramentas de espionagem, somente a documentação que detalha o funcionamento dos programas.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/blog/seguranca-digital/post/wikileaks-cia-desenvolveu-software-espiao-para-dezenas-de-roteadores.html acesso em 16 mar 2017.

Um país se fortalece com educação e livros

  No dia 10 de junho se comemora o Dia de Camões. Esta data foi instituída no ano de 1880 em Portugal pelo Rei D. Luís I, vinte anos antes d...