domingo, 4 de março de 2018
Livro com o primeiro Plano Municipal da Mata Atlântica de Teófilo Otoni e primeiro do Estado de Minas Gerais
sábado, 17 de fevereiro de 2018
Entrou em operação na Bahia a maior usina solar do Brasil
Iniciou a produção de energia solar no parque de
Horizonte, situado em Tabocas do Brejo Velho, na Bahia, pela empresa italiana
Enel Green Power, sendo no momento a maior planta de produção de energia solar da Bahia e do Brasil.
A Enerray, empresa controlada pela Seci Energia do Grupo Industrial Maccaferri, através da Enerray Usinas Fotovoltaicas, foi a escolhida pela empresa italiana Enel Green Power para a construção da planta na cidade de Tabocas do Brejo Velho, a cerca de 800 quilômetros de Salvador.
Sua produção ainda é parcial e quando estiver em pleno funcionamento, o parque de Horizonte, que tem 330 mil painéis solares, poderá gerar mais de 220 GWh por ano.
Segundo estimativas de consumo, o valor a ser produzido será capaz de suprir as necessidades energéticas de aproximadamente 108 mil famílias brasileiras.
A Enerray, empresa controlada pela Seci Energia do Grupo Industrial Maccaferri, através da Enerray Usinas Fotovoltaicas, foi a escolhida pela empresa italiana Enel Green Power para a construção da planta na cidade de Tabocas do Brejo Velho, a cerca de 800 quilômetros de Salvador.
Sua produção ainda é parcial e quando estiver em pleno funcionamento, o parque de Horizonte, que tem 330 mil painéis solares, poderá gerar mais de 220 GWh por ano.
Segundo estimativas de consumo, o valor a ser produzido será capaz de suprir as necessidades energéticas de aproximadamente 108 mil famílias brasileiras.
Enel Green Power investe em energia solar no município de Tabocas do Brejo Velho. Bahia.
Foram investidos US$ 110 milhões na planta, que tem
capacidade instalada de 103 MW. O dinheiro veio de recursos próprios e de um
financiamento do Banco do Nordeste.
Quando a planta estiver concluída terá capacidade de 254
MW, com uma produção anual de energia de 500 GWh, passando a ser a maior usina
solar fotovoltaica da América Latina, ultrapassando a Usina Solar de El Romero,
no Chile com 247MW.
Fontes: http://www.jornalgrandebahia.com.br/2016/02/tabocas-do-brejo-velho-tera-a-maior-usina-de-energia-solar-da-america-latina/ acesso em 17 fev 2018.
https://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2018/02/italiana-enel-inicia-operacao-de-parque-solar-na-bahia.html acesso em 18 fev 2018.
domingo, 21 de janeiro de 2018
Janeiro de 2018 terá duas vezes o fenômeno da Superlua
A primeira Superlua de 2018
ocorrida em 1º de janeiro foi a segunda mais brilhante desde 2000, segundo os
astrônomos.
A Superlua é um fenômeno que ocorre
quando a Lua está cheia e ao mesmo tempo se encontra no perigeu. Perigeu é o nome dado para o ponto mais
próximo que a Lua atinge em relação ao planeta Terra.
No ano de 2017 a Superlua ocorreu
somente uma só vez, e foi no dia 3 de dezembro. No entanto em 2018, além da
ocorrência no 01 de janeiro dia de 2018, o fenômeno também será repetido no dia
31 de janeiro, quando será acompanhado por um eclipse lunar total.
Na Lua Cheia em perigeu (ou
superlua), o satélite natural da Terra aparenta ser aproximadamente 14% maior
do que o normal, além de 30% mais brilhante, dependendo das condições
atmosféricas do local de observação.
Porque que razão existe o Perigeu e a SuperLua?
A lua ao girar em torno da Terra não
possui uma órbita circular, mas sim elíptica, dando origem ao fenômeno do
perigeu.
Caso o movimento da Lua fosse circular, a distância entre os dois
corpos celestes se manteria sempre constante, e logo a Lua apareceria sempre do
mesmo jeito e tamanho.
Lua Cheia sobre o Observatório Lick, acima do Monte Hamilton, em San José, Califórnia, EUA.
Crédito: Rick Baldridge – 2012.
Fonte: https://www.opovo.com.br/jornal/radar/2018/01/superlua-foi-a-2-mais-brilhante-desde-2000.html acessado em 18 janeiro 2018.
http://www.astrope.com.br/a-superlua-de-2018-acontece-na-primeira-lua-cheia-do-ano/ acessado em 18 janeiro 2018
quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
Preço do Barril de Petróleo subiu para 60 dólares nos Estados Unidos
Nesta terça-feira, dia 26/12/2017, o preço do barril de petróleo alcançou o maior valor dos últimos dois anos e meio
nos Estados Unidos e chegou ao patamar de $60 (sessenta dólares), impulsionados por
notícias de uma explosão em um oleoduto na Líbia, bem como por cortes de
produção voluntários liderados pela Opep.
O petróleo Brent, a referência internacional para os preços do petróleo, encerrou a 67,02 dólares por barril, alta de 1,77 dólar ou 2,71 por cento. Durante a sessão, os preços tocaram uma máxima de 67,10 dólares por barril, seu maior nível desde meados de maio de 2015.
O petróleo dos EUA subiu 1,50 dólar, ou 2,6 por cento, e encerrou a 59,97 dólares por barril, após tocar a máxima da sessão a 60,01 dólares, maior nível desde fim de junho de 2015.
Homens armados explodiram um oleoduto que transportava petróleo ao porto de Es Sider nesta terça-feira, cortando a produção de petróleo da Líbia em até 100 mil barris por dia, segundo fontes do mercado de petróleo e militares.
A estatal National Oil Corporation (NOC) disse em nota que a produção havia sido reduzida entre 70 mil barris e 100 mil barris por dia. A causa da explosão não estava clara, acrescentou.
A produção do país norte-africano estava se recuperando nos últimos meses após ficar limitada durante anos, em meio ao conflito armado e tensões.
O petróleo Brent, a referência internacional para os preços do petróleo, encerrou a 67,02 dólares por barril, alta de 1,77 dólar ou 2,71 por cento. Durante a sessão, os preços tocaram uma máxima de 67,10 dólares por barril, seu maior nível desde meados de maio de 2015.
O petróleo dos EUA subiu 1,50 dólar, ou 2,6 por cento, e encerrou a 59,97 dólares por barril, após tocar a máxima da sessão a 60,01 dólares, maior nível desde fim de junho de 2015.
Homens armados explodiram um oleoduto que transportava petróleo ao porto de Es Sider nesta terça-feira, cortando a produção de petróleo da Líbia em até 100 mil barris por dia, segundo fontes do mercado de petróleo e militares.
A estatal National Oil Corporation (NOC) disse em nota que a produção havia sido reduzida entre 70 mil barris e 100 mil barris por dia. A causa da explosão não estava clara, acrescentou.
A produção do país norte-africano estava se recuperando nos últimos meses após ficar limitada durante anos, em meio ao conflito armado e tensões.
Fonte:https://www.portosenavios.com.br/noticias/geral/41984-preco-do-petroleo-nos-eua-atinge-us-60-pela-1-vez-desde-meados-de-2015?utm_source=newsletter_8420&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y acesso em 27/12/2017.
domingo, 10 de dezembro de 2017
Livro com o Plano Municipal da Mata Atlântica de Teófilo Otoni o primeiro do Município e também do Estado de Minas Gerais
Está disponível para download, apenas precisa clicar na imagem da capa abaixo, o primeiro Plano Municipal
de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica do Município de Teófilo Otoni
(PMMATO), sendo este também o primeiro do Estado de Minas Gerais.
Este livro possui ISBN número 9788561330613.
Este livro possui ISBN número 9788561330613.
Este livro é resultado do projeto de pesquisa intitulado “Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica de Teóflo Otoni: Um Instrumento de Gestão Ambiental”, do Programa de Pós Graduação em Tecnologia, Ambiente e Sociedade da UFVJM do Campus do Mucuri, com
a participação de parceiros elaboradores e colaboradores como o
IEF-Regional Nordeste, EMATER-MG, SEMAD, PROMATA MG e Prefeitura
Municipal de Teóflo Otoni, resultando em um produto científco da
Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri Campus Mucuri, a
favor da sociedade, devidamente registrado na PRPPG e integrante do Grupo de Pesquisas GEOVALES, fruto concretizado pelo Mestrado de Estela Maria Boscov Garcia, sob a orientação do Prof. Dr. Antônio Jorge de Lima Gomes.
Clique na capa para iniciar o download completo do livro.
ISBN 9788561330613.
ISBN 9788561330613.
domingo, 19 de novembro de 2017
Emissões de gases de efeito estufa no Brasil subiram 8,9% em 2016 e chegaram ao nível mais alto desde 2008
As emissões de gases de efeito estufa no Brasil subiram 8,9% em 2016 e
chegaram ao nível mais alto desde 2008. O Brasil assumiu o compromisso de
reduzir até 2025 o valor de 37% da emissão de gases que contribuem para o
aquecimento do planeta, e que podem ter efeitos desastrosos.
O aumento das emissões impressiona e preocupa os ambientalistas, porque aconteceu num momento de recessão da economia brasileira. O Brasil está poluindo mais sem gerar benefício para sociedade.
As indicações são de que o principal responsável pelo aumento das emissões no Brasil continua sendo o avanço da agropecuária sobre as áreas de floresta, como acontece na Amazônia. Saem árvores, entra gado.
Em 2016 o desmatamento aumentou 27%. Enquanto as árvores armazenam carbono, o gado, durante a digestão, emite metano, outro gás que contribui para o aquecimento global. Do total derrubado das florestas cerca de 70% da floresta derrubada vira pasto.
Em 2016, o consumo de etanol caiu, enquanto cresceu a venda de gasolina, mais poluente. O educador físico Rafael Teixeira tem carro flex, mas não usa álcool: “Tenho que ver o que acaba sendo melhor para o meu bolso, não é?”
O aumento das emissões impressiona e preocupa os ambientalistas, porque aconteceu num momento de recessão da economia brasileira. O Brasil está poluindo mais sem gerar benefício para sociedade.
As indicações são de que o principal responsável pelo aumento das emissões no Brasil continua sendo o avanço da agropecuária sobre as áreas de floresta, como acontece na Amazônia. Saem árvores, entra gado.
Em 2016 o desmatamento aumentou 27%. Enquanto as árvores armazenam carbono, o gado, durante a digestão, emite metano, outro gás que contribui para o aquecimento global. Do total derrubado das florestas cerca de 70% da floresta derrubada vira pasto.
Brasil assumiu na COP 23 o compromisso de estimular a recuperação de
florestas e também a produção de biocombustíveis, mas os números mostram que o
país está longe de cumprir as metas de redução de gases do efeito estufa.
Em 2016, o consumo de etanol caiu, enquanto cresceu a venda de gasolina, mais poluente. O educador físico Rafael Teixeira tem carro flex, mas não usa álcool: “Tenho que ver o que acaba sendo melhor para o meu bolso, não é?”
“É retrocesso. Retrocesso de fato”, diz o secretário executivo do
Observatório do Clima, Carlos Rittl.
Com menos investimento no campo, os canaviais envelheceram. Um deles já
está no quinto corte. A produtividade caiu. Para completar, os usineiros
destinaram uma parte maior da safra à produção de açúcar, que estava com preço
melhor no mercado. “Não tem uma política de preço definida nem de oferta
sustentada e garantida para o futuro”, disse o presidente do Instituto de
Energia e Meio Ambiente, André Ferreira.
Se as soluções existem e são conhecidas a pergunta é: por que não são
adotadas? “A bancada ruralista tem muitos grandes proprietários de terra.
Troca-se votos, vende-se o meio ambiente a qualquer preço. E todos nós saímos
perdendo”, afirmou Carlos Rittl.
Dentre os vários problemas, tem-se que o Ibama tem apenas 930 fiscais,
e em 2016, o orçamento e os autos de infração caíram.
Referência: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2017/11/brasil-bate-recorde-de-emissao-de-gases-do-efeito-estufa.html acessado em 19/11/2017.sexta-feira, 3 de novembro de 2017
TCU investiga benefícios que podem envolver Temer, Loures e o executivo Ricardo Mesquita da Rodrimar
Temer, Loures e o executivo Ricardo Mesquita da Rodrimar são
alvos de um inquérito autorizado pelo Supremo Tribunal Federal para investigar
irregularidades ligadas ao Decreto 9.048/17, assinado em maio de 2017, que
alterou as regras das concessões portuárias.
Os contratos referentes a essas áreas foram assinados em 1988 e extintos em 1993. Mas a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) manteve as áreas com a Rodrimar por meio da subsidiária Pérola, até que em 1999 o TCU abriu processo para apurar o caso.
A Rodrimar ganhou notoriedade após a divulgação de grampos feitos em Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor do presidente Michel Temer. Flagrado em conversas com executivos da empresa e com o presidente, ele é suspeito de defender os interesses da Rodrimar no governo em troca de propina.
Os contratos referentes a essas áreas foram assinados em 1988 e extintos em 1993. Mas a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) manteve as áreas com a Rodrimar por meio da subsidiária Pérola, até que em 1999 o TCU abriu processo para apurar o caso.
A Rodrimar ganhou notoriedade após a divulgação de grampos feitos em Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor do presidente Michel Temer. Flagrado em conversas com executivos da empresa e com o presidente, ele é suspeito de defender os interesses da Rodrimar no governo em troca de propina.
Um dos pleitos da Rodrimar era a renovação de contratos
assinados antes de 1993, ano em que foi sancionada a antiga Lei dos Portos.
Nesse contexto, a empresa vem arrastando uma ordem do TCU para que os armazéns
12 e 17, além do Terminal 8, sejam leiloados.
O Tribunal de Contas da União (TCU) vai investigar a participação de funcionários do Ministério dos Transportes e da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) em um suposto beneficiamento da empresa Rodrimar em contratos de arrendamento de áreas no porto de Santos.
Auditores do TCU suspeitam que a empresa tenha contado com a boa vontade de agentes públicos para postergar uma longa disputa judicial pela prorrogação dos contratos de arrendamento de dois armazéns e de um terminal de fertilizantes no porto do litoral paulista.
A empresa, porém, conseguiu estender o contrato por mais 15 anos, com vencimento em fevereiro 2014. O tribunal determinou que o novo prazo fosse respeitado e que não houvesse prorrogação "em nenhuma hipótese".
Nesse meio tempo, a Rodrimar obteve liminar para continuar operando até abril de 2016. A empresa, que foi diluindo sua participação e hoje é minoritária na Pérola, argumentou que tinha investimentos não amortizados e que a manutenção do contrato era necessária para compensação.
O governo recorreu e em novembro de 2016 a liminar caiu. O juiz do caso determinou que a Pérola buscasse seus interesses por outra via que não a prorrogação do contrato. Mesmo com a decisão favorável ao governo, o Ministério dos Transportes suspendeu a licitação, prevista para julho de 2018.
Além disso, segundo o TCU, a SEP teria sinalizado à empresa a possibilidade de renovar os contratos em questão, em desacordo com a determinação do órgão.
O Tribunal de Contas da União (TCU) vai investigar a participação de funcionários do Ministério dos Transportes e da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) em um suposto beneficiamento da empresa Rodrimar em contratos de arrendamento de áreas no porto de Santos.
Auditores do TCU suspeitam que a empresa tenha contado com a boa vontade de agentes públicos para postergar uma longa disputa judicial pela prorrogação dos contratos de arrendamento de dois armazéns e de um terminal de fertilizantes no porto do litoral paulista.
A empresa, porém, conseguiu estender o contrato por mais 15 anos, com vencimento em fevereiro 2014. O tribunal determinou que o novo prazo fosse respeitado e que não houvesse prorrogação "em nenhuma hipótese".
Nesse meio tempo, a Rodrimar obteve liminar para continuar operando até abril de 2016. A empresa, que foi diluindo sua participação e hoje é minoritária na Pérola, argumentou que tinha investimentos não amortizados e que a manutenção do contrato era necessária para compensação.
O governo recorreu e em novembro de 2016 a liminar caiu. O juiz do caso determinou que a Pérola buscasse seus interesses por outra via que não a prorrogação do contrato. Mesmo com a decisão favorável ao governo, o Ministério dos Transportes suspendeu a licitação, prevista para julho de 2018.
Além disso, segundo o TCU, a SEP teria sinalizado à empresa a possibilidade de renovar os contratos em questão, em desacordo com a determinação do órgão.
Ele chamou a atenção para a demora na assinatura do contrato
de transição, autorizado em 2014, mas celebrado só duas semanas atrás. "Mais grave ainda é a extensão da demora na realização
da licitação, prevista apenas para meados de 2018, quando se completará dois
anos desde a extinção do contrato anterior. Não se pode olvidar que o mero
transcurso desse prazo, sem a devida urgência que o caso mereceria, está
possibilitando que a arrendatária obtenha, na prática, o que pleiteia
administrativa e judicialmente", disse Dantas.
Ele determinou que a área técnica do TCU faça inspeções na Antaq e no ministério em busca de informações sobre os responsáveis pela grande demora na licitação.
Ele determinou que a área técnica do TCU faça inspeções na Antaq e no ministério em busca de informações sobre os responsáveis pela grande demora na licitação.
Fontes: Valor e https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/41270-tcu-investiga-beneficio-do-governo-a-rodrimar?utm_source=newsletter_8374&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y acesso em 03 nov 2017.
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